Os resultados da Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher mostram um aumento no número de mulheres que estão iniciando a vida sexual mais cedo. O estudo, publicado em matéria do jornal O Globo, detectou que o porcentual de jovens que têm a primeira relação sexual aos 15 anos saltou de 11% para 32%. O total de adolescentes com idade entre 15 a 19 anos que se declararam virgens caiu de 67,2%, em 96, para 44,8% em 2006.
Para estudiosos, a precocidade na vida sexual é um desafio a ser enfrentado pelo governo. "É um número preocupante e que merece toda a nossa atenção", disse o ministro da Saúde, José Gomes Temporão.
As meninas estão também se tornando, cada vez mais, mães prematuras. O número de grávidas de 15 anos quase dobrou nos últimos dez anos: saltou de 3% para 5,8%. Segundo o estudo, 32% das mulheres de 15 a 19 anos mantiveram a primeira relação sexual com 15 anos ou menos.
O quadro, impressionante e preocupante, poderá levar, mais uma vez, aos diagnósticos superficiais e, por isso, míopes: investir mais dinheiro público em campanhas em favor do chamado "sexo seguro". A camisinha será a panacéia para conter a epidemia da gravidez precoce. Continuaremos, todos, de costas para a realidade. Sucumbiremos, outra vez, à síndrome do avestruz. Cuidaremos das conseqüências, mas contornaremos suas verdadeiras causas: a hipersexualização da sociedade e o medo de educar.
O governador de São Paulo, José Serra, quando ministro da Saúde do governo FHC, comprou uma briga com a apresentadora de TV Xuxa Meneghel. Serra, então, foi curto e grosso ao analisar as principais causas do crescimento da gravidez precoce: "É um absurdo acreditar que a criança vá ter maturidade para ter um filho com essa idade. Pregar a abstinência sexual de meninas de 11 a 14 anos não significa ser careta, mas responsável." O ex-ministro responsabilizou a programação das TVs, considerando absurdas as cenas de sexo. "Já morei em dez países e em nenhum deles vi tanta exploração de sexo", enfatizou Serra. A preocupação do então ministro, cuja trajetória pessoal e política não combina com histerias conservadoras, era compreensível e lógica. Apoiava-se, afinal, no bom senso e na força dos fatos. De lá para cá, como mostra a mais recente pesquisa demográfica, as coisas não melhoraram. Pioraram. E muito.
A culpa, no entanto, não é só da TV, que freqüentemente apresenta bons programas. É de todos nós - governantes, formadores de opinião e pais de família -, que, num exercício de anticidadania, aceitamos que o País seja definido mundo afora como o paraíso do sexo fácil, barato, descartável. É triste, para não dizer trágico, ver o Brasil ser citado como um oásis excitante para os turistas que querem satisfazer suas taras e fantasias sexuais com crianças e adolescentes. Reportagens denunciando redes de prostituição infantil, algumas promovidas com o conhecimento ou até mesmo com a participação de autoridades públicas, crescem à sombra da impunidade.
O governo, acuado com o crescimento da gravidez precoce e com o crescente descaso dos usuários da camisinha, pretende investir pesadamente nas campanhas em defesa do preservativo. A estratégia não funciona. Afinal, milhões de reais já foram gastos num inglório combate aos efeitos. O resultado está gritando na pesquisa mencionada neste artigo. A raiz do problema, independentemente da irritação que eu possa despertar em certas falanges politicamente corretas, está na onda de baixaria e vulgaridade que tomou conta do ambiente nacional. Hoje, diariamente, na televisão, nos outdoors, nas mensagens publicitárias, o sexo foi guindado à condição de produto de primeira necessidade.
Atualmente, graças ao impacto da TV, qualquer criança sabe mais sobre sexo, violência e aberrações do que qualquer adulto de um passado não tão remoto. Não é preciso ser psicólogo para que se possam prever as distorções afetivas, psíquicas e emocionais dessa perversa iniciação precoce. Com o apoio das próprias mães, fascinadas com a perspectiva de um bom cachê, inúmeras crianças estão sendo prematuramente condenadas a uma vida "adulta" e sórdida. Promovidas a modelos, e privadas da infância, elas estão se comportando, vestindo, consumindo e falando como adultos. A inocência infantil está sendo assassinada. Por isso, a multiplicação de descobertas de redes de pedofilia não deve surpreender ninguém. Trata-se, na verdade, das conseqüências criminosas da escalada de erotização infantil promovida por alguns setores do negócio do entretenimento.
As campanhas de prevenção da aids e da gravidez precoce batem de frente com novelas e programas de auditório que fazem da exaltação do sexo bizarro uma alavanca de audiência. A iniciação sexual precoce, o abuso sexual e a prostituição infantil são, de fato, o resultado da cultura da promiscuidade que está aí. Sem nenhum moralismo, creio que chegou a hora de dar nome aos bois, de repensar o setor de entretenimento e de investir em programação de qualidade.
O custo social da gravidez precoce é brutal. Repercute direto na fatura da saúde pública, despedaça a juventude, compromete a educação e desestrutura a família. A solução não está no marketing dos preservativos, mas num compromisso sério com a família e a educação.
O resgate da juventude passa pelas políticas públicas de recuperação da família e de investimentos na educação integral. Família sadia e boa educação são, em todo o mundo, a melhor receita para uma sociedade amadurecida. Trata-se de uma responsabilidade que deve ser exigida e cobrada pela sociedade e pelos eleitores. emersonluiz1969@bol.com.br, emerson1969@r7.com
domingo, 25 de julho de 2010
o amor é tudo,sem amor não há felicidade
Em maio, muita gente costuma casar – ou juntar escovas, como queiram. Fica aqui nossa maior torcida para que novas e belas histórias de amor estejam começando ou se consolidando neste mês. Para garantir, não custa nada dar uma espiadinha em alguns verbos que ajudam a entender por que alguns casamentos dão certo e outros não.
Certamente muitas razões podem influir para que a viagem amorosa que está começando seja navegada em mares tranqüilos ou revoltos. Não há fórmulas infalíveis para que tudo dê certo, mas com certeza há alternativas de comportamento que podem facilitar as relações. Vamos recorrer a alguns verbos.
Falar - Ah, como é importante cada parceiro expressar ao outro seus sentimentos. Todos. Seja para dizer “te amo”, seja para dizer “você me magoou”. Nenhum parceiro é telepata, não vai ler seus pensamentos – logo, é preciso verbalizá-los para que se tornem objeto de diálogo. Muitas relações literalmente afundam porque usam a metáfora do iceberg. Só cuidam da pontinha externa do problema, aquela que aparece na superfície e muitas vezes é levada na brincadeira - mas deixam de administrar seriamente a essência do problema, aquela imensa quantidade que está submersa. E porque não aparece, nunca é discutida - como jogar as cinzas debaixo do tapete. Quanto mais o casal expressar seus sentimentos e pensamentos, menor será o pedaço oculto do iceberg.
Ouvir - Um parceiro só conseguirá falar se o outro se dispuser a ouvir. Alguns parceiros de relações que já estão se esvaindo, costumam falar para as paredes ou para seus próprios botões porque o outro está “ausente”, mesmo estando presente. Ouvir significa estar ligado, no aqui e agora. Olhos nos olhos – e não no jornal ou na televisão. Este é um verbo importante: ouça atentamente seu parceiro e leve a sério o que ouve, por mais fútil, superficial ou incorreto que você considere. Respeite a sensibilidade dele. Depois você poderá fazer seus comentários a respeito e então será a vez do outro ouvir.
Compreender - Cada pessoa julga ter suas verdades e as defende com unhas e dentes, muitas vezes aos gritos. Ora, sabemos que toda verdade é relativa e por isso precisa ser constantemente reavaliada, contestada e às vezes até reformulada. É preciso que o parceiro pratique a empatia, ou seja, se coloque no lugar do outro para procurar entender suas razões. Pode até acontecer que você não concorde com os motivos que o parceiro alega, mas isso não quer dizer que você esteja certa e ele errado. São apenas pontos de vista diferentes. Muitas discussões e conflitos conjugais acontecem porque um dos parceiros, ao começar o “diálogo”, já está previamente decidido a não aceitar as explicações do outro. Para concordar ou discordar, é preciso ouvir e refletir a respeito, levando em conta as motivações do parceiro.
Negociar -. Uma relação tem muito mais oportunidades de sobreviver quando os seus parceiros estão dispostos a fazer concessões. Ao se unir a outra pessoa, nenhum dos parceiros precisa abrir mão das suas características e hábitos pessoais; é o que se chama “manter a individualidade”. Um casal é constituído por dois indivíduos e não por duas cópias. Portanto, haverá diferenças individuais entre o casal, E para que tais diferenças não afetem a harmonia da relação, É preciso que sejam administradas através de uma negociação que satisfaça a ambos. Não funciona mais essa historia do “eu sou assim e se me quiser tem que ser assim”. Cada um deve procurar agir de forma a preservar e reforçar cada vez mais a relação sem invadir os direitos do outro, mas também sem se sentir invadido.
Namorar - Este é o verbo óbvio. Independente de quanto tempo esteja junto, o casal precisa e deve namorar – cada um no seu estilo e na sua intensidade. Do período do namoro ao do casamento, as emoções não desaparecem, apenas mudam de essência, foco e características. A sedução, o desejo, o carinho – tudo isso deve e pode ser preservado ao longo dos anos – desde que o casal mantenha motivação e criatividade para isso. Tudo numa relação pode ser inovado, reformulado e reconstruído. Se houver amor, claro.
Na verdade, o Amor usa muitos verbos para contar sua história, mas por enquanto vou limitar-me a apenas estes cinco. Talvez em outro artigo eu complemente a lista – mesmo que não seja maio...
emersonluiz1969@bol.com.br... emerson1969@r7.com
Certamente muitas razões podem influir para que a viagem amorosa que está começando seja navegada em mares tranqüilos ou revoltos. Não há fórmulas infalíveis para que tudo dê certo, mas com certeza há alternativas de comportamento que podem facilitar as relações. Vamos recorrer a alguns verbos.
Falar - Ah, como é importante cada parceiro expressar ao outro seus sentimentos. Todos. Seja para dizer “te amo”, seja para dizer “você me magoou”. Nenhum parceiro é telepata, não vai ler seus pensamentos – logo, é preciso verbalizá-los para que se tornem objeto de diálogo. Muitas relações literalmente afundam porque usam a metáfora do iceberg. Só cuidam da pontinha externa do problema, aquela que aparece na superfície e muitas vezes é levada na brincadeira - mas deixam de administrar seriamente a essência do problema, aquela imensa quantidade que está submersa. E porque não aparece, nunca é discutida - como jogar as cinzas debaixo do tapete. Quanto mais o casal expressar seus sentimentos e pensamentos, menor será o pedaço oculto do iceberg.
Ouvir - Um parceiro só conseguirá falar se o outro se dispuser a ouvir. Alguns parceiros de relações que já estão se esvaindo, costumam falar para as paredes ou para seus próprios botões porque o outro está “ausente”, mesmo estando presente. Ouvir significa estar ligado, no aqui e agora. Olhos nos olhos – e não no jornal ou na televisão. Este é um verbo importante: ouça atentamente seu parceiro e leve a sério o que ouve, por mais fútil, superficial ou incorreto que você considere. Respeite a sensibilidade dele. Depois você poderá fazer seus comentários a respeito e então será a vez do outro ouvir.
Compreender - Cada pessoa julga ter suas verdades e as defende com unhas e dentes, muitas vezes aos gritos. Ora, sabemos que toda verdade é relativa e por isso precisa ser constantemente reavaliada, contestada e às vezes até reformulada. É preciso que o parceiro pratique a empatia, ou seja, se coloque no lugar do outro para procurar entender suas razões. Pode até acontecer que você não concorde com os motivos que o parceiro alega, mas isso não quer dizer que você esteja certa e ele errado. São apenas pontos de vista diferentes. Muitas discussões e conflitos conjugais acontecem porque um dos parceiros, ao começar o “diálogo”, já está previamente decidido a não aceitar as explicações do outro. Para concordar ou discordar, é preciso ouvir e refletir a respeito, levando em conta as motivações do parceiro.
Negociar -. Uma relação tem muito mais oportunidades de sobreviver quando os seus parceiros estão dispostos a fazer concessões. Ao se unir a outra pessoa, nenhum dos parceiros precisa abrir mão das suas características e hábitos pessoais; é o que se chama “manter a individualidade”. Um casal é constituído por dois indivíduos e não por duas cópias. Portanto, haverá diferenças individuais entre o casal, E para que tais diferenças não afetem a harmonia da relação, É preciso que sejam administradas através de uma negociação que satisfaça a ambos. Não funciona mais essa historia do “eu sou assim e se me quiser tem que ser assim”. Cada um deve procurar agir de forma a preservar e reforçar cada vez mais a relação sem invadir os direitos do outro, mas também sem se sentir invadido.
Namorar - Este é o verbo óbvio. Independente de quanto tempo esteja junto, o casal precisa e deve namorar – cada um no seu estilo e na sua intensidade. Do período do namoro ao do casamento, as emoções não desaparecem, apenas mudam de essência, foco e características. A sedução, o desejo, o carinho – tudo isso deve e pode ser preservado ao longo dos anos – desde que o casal mantenha motivação e criatividade para isso. Tudo numa relação pode ser inovado, reformulado e reconstruído. Se houver amor, claro.
Na verdade, o Amor usa muitos verbos para contar sua história, mas por enquanto vou limitar-me a apenas estes cinco. Talvez em outro artigo eu complemente a lista – mesmo que não seja maio...
emersonluiz1969@bol.com.br... emerson1969@r7.com
PAI E MÃE RESPONSAVEL
Uma jovem professora de pré-escola me dizia que lhe causa muita tristeza ouvir repetidas vezes, de uma aluninha sua, este comentário: "Meu pai se separou da minha mãe, mas ele continua dando dinheiro para a comida."
Por que insiste nisso a pequena? Que estranha necessidade tem de valorizar tal atitude do pai, de modo a defendê-lo, justificá-lo diante dos coleguinhas e, especialmente, diante de si mesma? A menina sofre, porém não acusa o pai. Defende-o por amor. Tenta encobrir, com os argumentos que lhe ocorrem, a ausência paterna. E insiste no assunto, para que não persistam dúvidas.
Sabemos que esse exemplo não é um fato isolado. Antes, constitui hoje ocorrência muito freqüente os pais que se separam. Por isso é preciso armar-se de coragem e examinar a questão por outro ângulo: constitui hoje ocorrência muito freqüente filhos que sofrem desorientados, massacrados pelo conflito de constatarem a desunião daqueles para quem se inclinam amorosamente. Não raro, vêem-se divididos nos seus afetos, sofrendo remorsos.
Cada filho é um bem em si mesmo, por mais dificuldades que sua vinda acarrete. Está situado no ponto de encontro do amor entre o pai e a mãe, vem confirmá-lo, fortalecê-lo, aprofundá-lo. Cada filho exige dos pais um aprimoramento no exercício de se doar pelo bem de outrem, apela ao seu interior, à razão e à sensibilidade; clama por identificar neles a grandeza natural a que todo homem procura se ordenar, a imagem onde espelhar-se... E quando essa expectativa se frustra, frustra-se também boa parte de suas mais nobres aspirações.
Ninguém ignora que a convivência no lar pode ser abalada por fatores internos e circunstâncias externas, que ameaçam reduzir o amor a um jogo de egoísmo e orgulho. Mas uma arraigada convicção do valor da paternidade e da maternidade pode ser um antídoto eficaz para não sucumbir a certas solicitações, ainda que a opinião pública, nestes tempos de muita paixão e pouco amor, incentive a prevalência das fraquezas humanas sobre um ideal maior, de dignidade e honradez.
E como adquirir essa convicção? No caso da mulher, a constituição física, bem como a sua estrutura psicofísica, comportam em si a disposição natural para a maternidade. Além disso, a disponibilidade da mulher ao dom de si e ao acolhimento da nova vida completa o cenário que a predispõe para a maternidade como fato e fenômeno humanos. Uma vez concebido o filho, recai sobre a mãe o peso de lhe entregar as energias de seu corpo e de sua alma. Já se vê que a convicção do valor da maternidade tem muito mais possibilidades de se arraigar na mulher do que o da paternidade no homem. Afinal, o homem encontra-se sempre fora do processo de gestação e nascimento da criança. Deve, portanto, aprender da mãe de seus filhos a sua própria paternidade, esforçando-se por desenvolver em seu íntimo a capacidade de dar atenção à pessoa concreta do filho. Ao mesmo tempo, deve reconhecer que tem um débito especial para com a mulher, no conjunto dos fatos que os fazem genitores.
Nas últimas décadas, sob a pressão dos conflitos desencadeados pelo movimento feminista, muito se tratou do tema da maternidade. Já a paternidade não tem despertado tanta reflexão, como se fosse possível tratar os dois temas isoladamente. Não sei até que ponto essa dissociação no campo teórico pode ter contribuído para a dissociação na prática, mas o fato é que os casais chegam a acreditar que a sua separação nada tem a ver com a educação dos filhos. Como se a educação dos filhos não exigisse a dúplice contribuição dos pais, e o seu bom e amoroso relacionamento não contribuísse para a felicidade deles. E como se a separação não concorresse para a insegurança, favorecendo o desestímulo e as frustrações dessas crianças e jovens.
Cabe também destacar que - por conta de uma mal entendida realização feminina, que situou a importância profissional e social da mulher apenas fora do lar - a maternidade viu-se pressionada a reduzir-se à mera reprodução, a uma função fisiológica que não envolveria a essência feminina. Ora, essa redução da maternidade equivaleu também a reduzir a paternidade. O homem virou sêmen congelado, como já o vem apontando há algum tempo Antonieta Macciocchi, uma das intelectuais feministas de maior destaque na Europa.
Dar dinheiro para a comida, sair a passeio nos fins de semana, resolver problemas - na maioria das vezes financeiros - pelo telefone... Tudo sem tocar no nome da mãe. Cria-se com freqüência uma situação perversa: a mãe, a quem cabe geralmente a guarda dos filhos, é a figura que exige deles uma certa conduta no dia-a-dia, enquanto o pai se situa no lado do prazer, dos passeios inesquecíveis nos fins de semana. Que distância do convívio familiar global, quando pai e mãe providenciam o sustento da família, administrando os momentos de trabalho e lazer, resolvendo os problemas juntos, esquecendo-se de si para atender aos outros, relevando, superando os conflitos!
Evidentemente, as crises matrimoniais não são desencadeadas exclusivamente pelos maridos, mas, já que comemoramos o Dia dos Pais, seria muito pedir-lhes que reflitam sobre a essência da paternidade? O que deve haver para além da disposição (aliás, louvável) de levar os filhos pequenos ao colo entre a multidão que se movimenta nos shoppings? O que há para além do dinheiro que custeia as modas? Será que os filhos não observam mais nada? E, se observam, o que têm para ver? O que se lhes oferece como exemplo de firmeza de caráter, responsabilidade, persistência, honestidade, paciência, sinceridade? Sabemos que as virtudes só falam quando são vividas. Quem sabe um pouco de reflexão, boa vontade e disposição humilde de retificar ofereçam uma chance a tantos adolescentes desiludidos em conseqüência das tristezas que vivenciam no lar. Será que não vale a pena, papai? (Será que não vale a pena, mamãe?) emersonoliveira07@gmail.com ...emersonluiz1969@bol.com.br,...emerson1969@r7.com
Por que insiste nisso a pequena? Que estranha necessidade tem de valorizar tal atitude do pai, de modo a defendê-lo, justificá-lo diante dos coleguinhas e, especialmente, diante de si mesma? A menina sofre, porém não acusa o pai. Defende-o por amor. Tenta encobrir, com os argumentos que lhe ocorrem, a ausência paterna. E insiste no assunto, para que não persistam dúvidas.
Sabemos que esse exemplo não é um fato isolado. Antes, constitui hoje ocorrência muito freqüente os pais que se separam. Por isso é preciso armar-se de coragem e examinar a questão por outro ângulo: constitui hoje ocorrência muito freqüente filhos que sofrem desorientados, massacrados pelo conflito de constatarem a desunião daqueles para quem se inclinam amorosamente. Não raro, vêem-se divididos nos seus afetos, sofrendo remorsos.
Cada filho é um bem em si mesmo, por mais dificuldades que sua vinda acarrete. Está situado no ponto de encontro do amor entre o pai e a mãe, vem confirmá-lo, fortalecê-lo, aprofundá-lo. Cada filho exige dos pais um aprimoramento no exercício de se doar pelo bem de outrem, apela ao seu interior, à razão e à sensibilidade; clama por identificar neles a grandeza natural a que todo homem procura se ordenar, a imagem onde espelhar-se... E quando essa expectativa se frustra, frustra-se também boa parte de suas mais nobres aspirações.
Ninguém ignora que a convivência no lar pode ser abalada por fatores internos e circunstâncias externas, que ameaçam reduzir o amor a um jogo de egoísmo e orgulho. Mas uma arraigada convicção do valor da paternidade e da maternidade pode ser um antídoto eficaz para não sucumbir a certas solicitações, ainda que a opinião pública, nestes tempos de muita paixão e pouco amor, incentive a prevalência das fraquezas humanas sobre um ideal maior, de dignidade e honradez.
E como adquirir essa convicção? No caso da mulher, a constituição física, bem como a sua estrutura psicofísica, comportam em si a disposição natural para a maternidade. Além disso, a disponibilidade da mulher ao dom de si e ao acolhimento da nova vida completa o cenário que a predispõe para a maternidade como fato e fenômeno humanos. Uma vez concebido o filho, recai sobre a mãe o peso de lhe entregar as energias de seu corpo e de sua alma. Já se vê que a convicção do valor da maternidade tem muito mais possibilidades de se arraigar na mulher do que o da paternidade no homem. Afinal, o homem encontra-se sempre fora do processo de gestação e nascimento da criança. Deve, portanto, aprender da mãe de seus filhos a sua própria paternidade, esforçando-se por desenvolver em seu íntimo a capacidade de dar atenção à pessoa concreta do filho. Ao mesmo tempo, deve reconhecer que tem um débito especial para com a mulher, no conjunto dos fatos que os fazem genitores.
Nas últimas décadas, sob a pressão dos conflitos desencadeados pelo movimento feminista, muito se tratou do tema da maternidade. Já a paternidade não tem despertado tanta reflexão, como se fosse possível tratar os dois temas isoladamente. Não sei até que ponto essa dissociação no campo teórico pode ter contribuído para a dissociação na prática, mas o fato é que os casais chegam a acreditar que a sua separação nada tem a ver com a educação dos filhos. Como se a educação dos filhos não exigisse a dúplice contribuição dos pais, e o seu bom e amoroso relacionamento não contribuísse para a felicidade deles. E como se a separação não concorresse para a insegurança, favorecendo o desestímulo e as frustrações dessas crianças e jovens.
Cabe também destacar que - por conta de uma mal entendida realização feminina, que situou a importância profissional e social da mulher apenas fora do lar - a maternidade viu-se pressionada a reduzir-se à mera reprodução, a uma função fisiológica que não envolveria a essência feminina. Ora, essa redução da maternidade equivaleu também a reduzir a paternidade. O homem virou sêmen congelado, como já o vem apontando há algum tempo Antonieta Macciocchi, uma das intelectuais feministas de maior destaque na Europa.
Dar dinheiro para a comida, sair a passeio nos fins de semana, resolver problemas - na maioria das vezes financeiros - pelo telefone... Tudo sem tocar no nome da mãe. Cria-se com freqüência uma situação perversa: a mãe, a quem cabe geralmente a guarda dos filhos, é a figura que exige deles uma certa conduta no dia-a-dia, enquanto o pai se situa no lado do prazer, dos passeios inesquecíveis nos fins de semana. Que distância do convívio familiar global, quando pai e mãe providenciam o sustento da família, administrando os momentos de trabalho e lazer, resolvendo os problemas juntos, esquecendo-se de si para atender aos outros, relevando, superando os conflitos!
Evidentemente, as crises matrimoniais não são desencadeadas exclusivamente pelos maridos, mas, já que comemoramos o Dia dos Pais, seria muito pedir-lhes que reflitam sobre a essência da paternidade? O que deve haver para além da disposição (aliás, louvável) de levar os filhos pequenos ao colo entre a multidão que se movimenta nos shoppings? O que há para além do dinheiro que custeia as modas? Será que os filhos não observam mais nada? E, se observam, o que têm para ver? O que se lhes oferece como exemplo de firmeza de caráter, responsabilidade, persistência, honestidade, paciência, sinceridade? Sabemos que as virtudes só falam quando são vividas. Quem sabe um pouco de reflexão, boa vontade e disposição humilde de retificar ofereçam uma chance a tantos adolescentes desiludidos em conseqüência das tristezas que vivenciam no lar. Será que não vale a pena, papai? (Será que não vale a pena, mamãe?) emersonoliveira07@gmail.com ...emersonluiz1969@bol.com.br,...emerson1969@r7.com
valeapena servir com alegriaaDEUS
A proposta de Cristo ao homem de segui-lo é uma oportunidade que não é perdida para os que compreendem e acreditam ser Jesus o messias, o filho de Deus. A oportunidade em tomar sua cruz não faz com que passe pelas mesmas dificuldades que Cristo passou, até porque, não era merecedor, porém nós, seres humanos, pecadores e constantemente habituados ao erro, passamos por dificuldades inerentes ao ser humano.
Quando Cristo foi enviado por Deus Pai, se destituiu de sua morada eterna para experimentar as dores desta carne corruptível. Nós, homens e mulheres, não nos destituímos de nada, pois o que deixamos não é nada mediante tudo quanto Deus nos tem preparado.
Muitos dizem que deixaram muitas coisas para servir ao Senhor, mas, tudo o que foi deixado era passageiro, pequeno, frívolo e sem valor. Gabam-se achando que irão ganhar algo de Deus pelo fato de terem renunciado coisas humanas, mas o maior ganhador em servir a Cristo somos nós, os que buscam, o procuram e aqueles que o encontram.
Tudo que renunciamos, perdemos ou abandonamos em favor do evangelho não pode ser mensurado ou comparado ao que Cristo já nos preparou. Brennan Manning, no livro “Evangelho Maltrapilho”, cita que mais Cristo está interessado em te salvar do que você em ser salvo. Por quê? Por que nós facilmente pensamos em desistir do Senhor, mas Ele, mesmo em suas inconstâncias, falhas, pecados, desânimos e desobediências, não desiste de te abençoar e levá-lo para o céu.
Cristo lidava com pessoas de difícil temperamento, é por isso que Ele te entende. Também se relacionou com melancólicos, depressivos, falsos e hipócritas; e também é por isso que Ele lhe entende. Dizermos que abandonamos algo por Cristo é a maior representação de que sou um servo inteligente. Pois, olhe e veja o que seria se Jesus em ti não habitasse; certamente portador de um coração vazio e sem destino.
Porém, ao momento que encontrastes a Cristo teus olhos foram abertos, sua vida interior mudou, até porque Deus não nos chamou a prosperidade material, mas à espiritual. Tudo se fez novo, e ainda tem gente que quando se ira diz: Se você soubesse quem eu era! Isto gera no homem a verdadeira saudade do antes, do pecador sem consciência, do humano indomável. Mas quando Cristo entrou em sua vida as coisas velhas se passaram e tudo que era velho converteu-se em novo, mudado e transformado.
Tu és o maior beneficiado em servir a Cristo e, se você ainda não o serve, aproveite e aceite a proposta do Senhor. De mim mesmo te garanto, não há nada melhor na vida, do que ser amigo de Jesus
Quando Cristo foi enviado por Deus Pai, se destituiu de sua morada eterna para experimentar as dores desta carne corruptível. Nós, homens e mulheres, não nos destituímos de nada, pois o que deixamos não é nada mediante tudo quanto Deus nos tem preparado.
Muitos dizem que deixaram muitas coisas para servir ao Senhor, mas, tudo o que foi deixado era passageiro, pequeno, frívolo e sem valor. Gabam-se achando que irão ganhar algo de Deus pelo fato de terem renunciado coisas humanas, mas o maior ganhador em servir a Cristo somos nós, os que buscam, o procuram e aqueles que o encontram.
Tudo que renunciamos, perdemos ou abandonamos em favor do evangelho não pode ser mensurado ou comparado ao que Cristo já nos preparou. Brennan Manning, no livro “Evangelho Maltrapilho”, cita que mais Cristo está interessado em te salvar do que você em ser salvo. Por quê? Por que nós facilmente pensamos em desistir do Senhor, mas Ele, mesmo em suas inconstâncias, falhas, pecados, desânimos e desobediências, não desiste de te abençoar e levá-lo para o céu.
Cristo lidava com pessoas de difícil temperamento, é por isso que Ele te entende. Também se relacionou com melancólicos, depressivos, falsos e hipócritas; e também é por isso que Ele lhe entende. Dizermos que abandonamos algo por Cristo é a maior representação de que sou um servo inteligente. Pois, olhe e veja o que seria se Jesus em ti não habitasse; certamente portador de um coração vazio e sem destino.
Porém, ao momento que encontrastes a Cristo teus olhos foram abertos, sua vida interior mudou, até porque Deus não nos chamou a prosperidade material, mas à espiritual. Tudo se fez novo, e ainda tem gente que quando se ira diz: Se você soubesse quem eu era! Isto gera no homem a verdadeira saudade do antes, do pecador sem consciência, do humano indomável. Mas quando Cristo entrou em sua vida as coisas velhas se passaram e tudo que era velho converteu-se em novo, mudado e transformado.
Tu és o maior beneficiado em servir a Cristo e, se você ainda não o serve, aproveite e aceite a proposta do Senhor. De mim mesmo te garanto, não há nada melhor na vida, do que ser amigo de Jesus
quinta-feira, 22 de julho de 2010
cientistas descobrem agora,o que a mais de2010anos a palavra de DEUS esta escrito
A galinha surgiu antes do ovo,dizem cientistas da universidade de SHEFFILD E WARWICH,no reino unido.
na pesquisa foi utilizado um super computador para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. a maquina ,chamada de HECTOR,indicou que a OC-17é fundamental no inicio da formação da casca.Essa proteina é quem transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita,que compõem a casa do ovo.DR.COLIN FREEMAN,DO DERPARTAMENTO DE ENGENHARIA MATERIAL DA UNIVERSIDADE DE SHEFFILD,constatou:"há muito tempo se suspeita que o ovo veio primeiro mas agora temos a prova cientifica de que,na verdade,a galinha foi a percussora"
a palavra de DEUS em Gênesis capitulo 1,versos21 e22 diz." E DEUS CRIOU AS GRANDES baleias,e todo o reptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas especies;e toda a ave de asas conforme a sua especie.e viu DEUS que era bom.
E DEUS os abençoou,dizendo:frutificai e multiplicai-vos,e enchei as águas nos mares:e as aves se multipliquem na terra.
aleluia,glória a DEUS, unico e verdadeiro,que vive e reina para sempre.
o que eles descobriram,só os servos do senhor sabem a tempo.
então,você pode através da palavra de DEUS,pode afirmar com certeza que a galinha nasceu primeiro,antes do ovo ...meu email emersonoliveira07@gmail.com,ou emerson1969@r7.com,ou emersonluiz1969@bol.com.br
na pesquisa foi utilizado um super computador para visualizar de forma ampliada a formação de um ovo. a maquina ,chamada de HECTOR,indicou que a OC-17é fundamental no inicio da formação da casca.Essa proteina é quem transforma o carbonato de cálcio em cristais de calcita,que compõem a casa do ovo.DR.COLIN FREEMAN,DO DERPARTAMENTO DE ENGENHARIA MATERIAL DA UNIVERSIDADE DE SHEFFILD,constatou:"há muito tempo se suspeita que o ovo veio primeiro mas agora temos a prova cientifica de que,na verdade,a galinha foi a percussora"
a palavra de DEUS em Gênesis capitulo 1,versos21 e22 diz." E DEUS CRIOU AS GRANDES baleias,e todo o reptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas especies;e toda a ave de asas conforme a sua especie.e viu DEUS que era bom.
E DEUS os abençoou,dizendo:frutificai e multiplicai-vos,e enchei as águas nos mares:e as aves se multipliquem na terra.
aleluia,glória a DEUS, unico e verdadeiro,que vive e reina para sempre.
o que eles descobriram,só os servos do senhor sabem a tempo.
então,você pode através da palavra de DEUS,pode afirmar com certeza que a galinha nasceu primeiro,antes do ovo ...meu email emersonoliveira07@gmail.com,ou emerson1969@r7.com,ou emersonluiz1969@bol.com.br
sábado, 19 de junho de 2010
liçao12
A Opção pelo Povo de Deus - emersonluiz de oliveira
Publicado em 15 de Junho de 2010 as 02:09:17 PM Comente
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
LIÇÃO Nº 12 - DATA:20/06/2010
TÍTULO: “A OPÇÃO PELO POVO DE DEUS”
TEXTO ÁUREO - Hb 11:25-26
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Jr 40:1-6
e-mail:emersonoliveira07@gmail.com
blog: http:/altosconhecimentos.blogspot.com/
I - INTRODUÇÃO:
A decisão de Jeremias de permanecer com o remanescente de Judá foi:
(1º) - Ousada e patriótica (Jr 40:6); e
(2º) - Influenciada, sem dúvida, pela sua fé em que a terra adjacente seria reocupada (Jr 32:15), como evidentemente não foi tocada pela guerra (Jr 40:12).
Embora Jeremias soubesse que a esperança do futuro do povo do Senhor estava com os exilados na Babilônia (Jr 24:4-7), ele escolheu ser guia do mesmo povo que o havia rejeitado com tanta persistência, optando, assim, pelo povo de Deus (Jr 40:10).
Desta forma, Jeremias demonstrou que a vida espiritual passa por fases que nos levam a um crescimento tal, que a Palavra de Deus utiliza-se da expressão de podermos chegar “à medida da estatura completa de Cristo”.
Em qual fase espiritual nos encontramos? Estudemos a Bíblia Sagrada e vejamos cada uma delas. Ao final, tiremos nossas conclusões.
II - CRESCENDO ESPIRITUALMENTE:
“ANTES, SEGUINDO A VERDADE EM AMOR, CRESCAMOS EM TUDO NAQUELE QUE É A CABEÇA, CRISTO” - Ef 4:15
Crescer é um processo. A Bíblia ensina que há uma semelhança marcante entre os desenvolvimentos físico e espiritual, falando a respeito de, pelo menos, três etapas no desenvolvimento espiritual que correspondem a três etapas no desenvolvimento físico. São eles:
(1ª) - A PRIMEIRA INFÂNCIA;
(2ª) - A MENINICE; e
(3ª) - A VARONILIDADE
Vejamos cada uma delas separadamente.
II.1 - A PRIMEIRA INFÂNCIA:
“DESEJAI AFETUOSAMENTE, COMO MENINOS NOVAMENTE NASCIDOS, O LEITE RACIONAL, NÃO FALSIFICADO, PARA QUE, POR ELE, VADES CRESCENDO” - I Pe 2:2
A palavra “racional” ou “puro” utilizada no versículo acima significa “não diluído”.
O leite espiritual é integral e da mais nutritiva qualidade. Seu propósito é fazer os bebês espirituais crescerem.
Aquelas pessoas que nunca tenham visitado uma igreja antes, nunca ouviram a pregação do evangelho de Cristo, precisam da obra de continuidade, de alguém para orar com elas, conversar com elas e ajudá-las com seus problemas, porque são nenês recém-nascidos. Precisarão de discipulado.
Façamos, então, a comparação entre o crescimento físico e espiritual na PRIMEIRA INFÂNCIA:
As pessoas quando nascem são nenês, exigindo diversos cuidados:
(1) - Uma das primeiras coisas que nos atrai num neném é A SUA INOCÊNCIA. Ninguém imagina que um bebê tenha um passado; e não tem mesmo!
(2) - Os bebês nada sabem; não conseguem cuidar de si mesmos; não podem fazer muita coisa; não andam; não se vestem sozinhos. Na realidade, não fazem nada por conta própria. Fazem pouco mais do que comer e alimentam-se pouco mais do que com leite.
(3) - O bebê é ignorante: Não imagina o perigo de se colocar na boca qualquer coisa que estiver ao seu alcance: coloca as mãos na boca; quando começa a engatinhar no chão, se achar um parafuso, colher ou bicho…, vai para a boca. Eles não entendem a respeito dessas coisas. Não sabem o que deve ou não deve ir para a boca. E nenês têm morrido como resultado dessa falta de conhecimento. Comeram alguma coisa venenosa que acabou com a vida deles.
(4) - Os nenês deixam-se mimar facilmente e tornam-se irritáveis. É fácil demais mimá-los com uma luz acesa ao ponto de exigirem iluminação durante toda a noite. É tão fácil mimá-los no colo até exigirem cada vez mais.
Assim, espiritualmente falando…
(1) - Embora a inocência seja típica da etapa da primeira infância do Cristianismo, é uma característica que nunca devemos deixar para trás no nosso processo de crescimento espiritual. Devemos manter este estado de inocência e o motivo é que, caso contrário, cairemos na condenação do diabo e seremos derrotados na vida espiritual. Quando uma pessoa se converte a Cristo, ela deixa de ter um passado, tornando-se uma nova criatura - II Cor 5:17.
(2) - O novo convertido é sincero, cheio de fé e disposto a aprender, pois até então, não sabe nada; precisará de discipulado. Se receberem o genuíno leite espiritual da Palavra, como ele crescerá.
(3) - Precisamos tomar cuidado com aquilo que entra em nossa boca espiritual. Precisamos tomar tanto cuidado com aquilo que lemos, quanto com aquilo que comemos fisicamente. É muito comum o tipo de cristão que não sente o mínimo problema em engolir alguma doutrina peçonhenta que envenenará sua vida espiritual e arruinará seu testemunho, se a aceitar - II Rs 4:38-41.
(4) - Há crentes que não querem sair da fase de nenês. São mimados, só querem ir para a Igreja se forem, primeiramente, visitados, se possível, pelo Pastor da Igreja; se ele não vier, nada feito. Fazem até “beicinho” e “pirraça”, pois são mimados. Mas leiamos Gn 21:8; I Sm 1:19-28 cf Sl 131:2.
Deve ser um dia festivo aquele em que os cristãos ficam suficientemente crescidos para não dependerem de mimos, de mamadeira. Precisamos crescer espiritualmente de tal modo que, ao invés de alguém precisar chegar até nós para nos visitar, para nos insuflar pressão, para nos escorar, orar conosco e nos alimentar, nós mesmos possamos estar andando lá fora, na presença de Deus, ajudando o próximo. Ao chegar a hora de sermos desmamados, devemos dar graças a Deus por isso - Hb 5:12-14.
I Cor 14:20 - Será que estamos ou permaneceremos na INFÂNCIA ESPIRITUAL? Nesta fase, optaríamos pelo povo de Deus, como fez Jeremias, mesmo sendo rejeitado persistentemente?
II.2 - A MENINICE:
“PARA QUE NÃO SEJAMOS MAIS MENINOS INCONSTANTES, LEVADOS EM RODA POR TODO VENTO DE DOUTRINA, PELO ENGANO DOS HOMENS QUE, COM ASTÚCIA, ENGANAM FRAUDULOSAMENTE” - Ef 4:14.
Aqui Paulo está falando dos meninos espirituais.
Escreveu esta carta em Éfeso e sabemos que havia pelo menos doze homens naquela Igreja - At 19:7
O sentido então era que aqueles homens já não seriam meninos, espiritualmente falando, mas adultos.
Vejamos, então, as características da etapa infantil do desenvolvimento espiritual, que são semelhantes às da etapa física:
(1) - A INSTABILIDADE - Na fase da meninice somos instáveis. Não se pode depender de um menino. Conforme o ditado tão citado, “não se pode colocar cabeça de adulto nos ombros de uma criança”. Não é possível e isso se aplica espiritualmente também.
(2) - A CURIOSIDADE - As crianças estão cheias de curiosidade. Quando chegamos em casa carregando algum embrulho e o colocamos sobre a mesa, a criança logo quer saber o que tem lá dentro. Algumas dessas crianças, na dimensão espiritual, tão-logo captam os sussurros de alguma fofoca, querem logo saber: “Quem? Quem?” - Estão cheias de curiosidade.
(3) - A TAGARELICE - As crianças nunca aprendem o valor do silêncio. São tagarelas. Muitas vezes na hora de dormir, os filhos ficam no quarto conversando e rindo em tom elevado até altas horas da noite. E vemos que pessoas na etapa juvenil do crescimento espiritual estão quase sempre falando muito.
Mas leiamos Pv 10:19; Ec 5:3 - Precisamos aprender a ficar quietos. A criança não entende bem as coisas e por isso sempre está tagarelando. As pessoas que falam o tempo todo usualmente incorrem em pelo menos três pecados:
(A) - MALEDICÊNCIA - Ou seja, comentam e debatem os defeitos e as faltas de outras pessoas que estão ausentes.
(B) - FALAM VAIDADES - Isto é, sempre falam a respeito de si mesmos ou adotam conversas vãs, falando tolices.
(C) - FALAM PIADAS e ANEDOTAS inconvenientes - Ef 5:3-4 - Tem crente que guarda muitas piadas e anedotas denominadas “santas”, mas não consegue guardar em sua mente um versículo bíblico sequer!
I Cor 3:1-3 - Será que estamos ou permanecemos na fase de MENINOS ESPIRITUAIS? Se estivermos, temos condições de fazer a opção pelo povo de Deus, como Jeremias?
II.3 - A VARONILIDADE:
“ATÉ QUE TODOS CHEGEMOS À UNIDADE DA FÉ E AO CONHECIMENTO DO FILHO DE DEUS, A VARÃO PERFEITO, À MEDIDA DA ESTATURA COMPLETA DE CRISTO” - Ef 4:13
“QUANDO EU ERA MENINO, FALAVA COMO MENINO, SENTIA COMO MENINO, DISCORRIA COMO MENINO, MAS, LOGO QUE CHEGUEI A SER HOMEM, ACABEI COM AS COISAS DE MENINO” - I Cor 13:11
Existem três características do homem maduro espiritualmente. Vejamos quais:
(1) - ESTIMA EM POUCO AS COISAS TERRENAS - Hb 11:24-26 - Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó. Pensemos naquilo que Moisés recusou: Tinha honrarias, riquezas e prestígio; possuía as coisas que a terra e o mundo podiam oferecer. Mesmo assim, considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito. Deus quer que prosperemos material, física e espiritualmente - III Jo 2; Is 1:19; Sl 1:3 - Mas, uma das características de ficarmos espiritualmente adultos é estimarmos em pouco as coisas da terra.
(2) - É INSENSÍVEL DIANTE DA CENSURA OU DO LOUVOR - I Cor 4:3-4 - Paulo crescera na maturidade de tal maneira que procurava ser aceitável somente a Deus. Não era influenciado e nem afetado por aquilo que os outros pensavam dele. Não se deixou escravizar por ninguém.
Não se tratava de uma independência carnal, mas de uma santa dignidade. A lei do amor dominava-o. Ele não ficava facilmente envaidecido, nem era irritável ou ressentido.
Os crentes imaturos ficam melindrados ou envaidecidos. Se forem criticados - mesmo que seja só na imaginação - ficam inquietos, pouco à vontade e cheios de auto-compaixão.
Por outro lado, se alguém presta atenção a eles e os aprecia, sentem-se enlevados e cheios de sua própria importância.
O crente maduro tem consciência de Deus; sempre está consciente daquilo que a Palavra De Deus diz a respeito dele e a ele.
(3) - É CAPAZ DE RECONHECER QUE DEUS ESTÁ OPERANDO - Gn 41:51-52 - Aí seria uma oportunidade magnífica para a maioria das pessoas que não tem maturidade espiritual e que ainda fossem bebês espirituais para realmente se ufanarem.
Teria sido uma perfeita oportunidade para José se envaidecer e dizer: “Olhem para mim. Lembram-se dos sonhos que tive? Acabam de ser realizados!” Todavia, José era magnânimo, tinha grandeza de alma - Gn 45:5-9.
Quando conseguimos enxergar Deus operando em todas as coisas, podemos regozijarmos em tudo quanto acontecer. E se ainda não pudermos ver a operação de Deus, o próprio inimigo enxergará isso, da mesma forma que Nebuzaradã, quando a teologia esteve na sua boca: Jr 40:3-4 comparar com Gn 26:12-33; Ex 14:24-25.
Hb 6:1-3 - Será que estamos e permaneceremos na fase espiritual da VARONILIDADE? E nesta fase, optaríamos pelo povo de Deus, mesmo se formos rejeitados com persistência, como o foi Jeremias?
III - CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Deus nos faz começar na vida espiritual da mesma maneira que começamos na vida natural. Quando nascemos, começamos com o leite. Nesta fase, certamente não poderíamos comer carne. No entanto, não podemos permanecer bebês espirituais; precisamos crescer até chegarmos ao pleno conhecimento de Cristo, à perfeita varonilidade.
Isto só conseguiremos quando recebermos o verdadeiro, santo e puro conhecimento, que vem por meio da alimentação da Palavra de Deus. Aí, sim, conseguiremos chegar ao estágio de “varões perfeitos”, pois passaremos a ter…
(A) - … Conhecimento do plano de Deus, que foi executado pelo Senhor Jesus, enviado para isso;
(B) - … Conhecimento daquilo que somos em Cristo e daquilo que Cristo é em nós;
(C) - … Conhecimento daquilo que Ele fez por nós na Sua morte, sepultamento, ressurreição, ascensão e entronização à destra do Pai;
(D) - … Conhecimento daquilo que Ele está fazendo por nós agora mesmo, sentado à destra do Pai, onde Ele vive para sempre fazendo intercessão por nós;
(E) - … Conhecimento do nosso direito de chegarmos com santa ousadia e ficarmos diante do glorioso Trono de Deus, Trono de graça e de misericórdia;
(F) - … Conhecimento do fato de que Cristo derrotou satanás e os demônios, e que todas as forças dos principados e potestades das trevas neste mundo tenebroso, são potências destronizadas e que não tem poder e governo sobre nós.
Se assim o fizermos, estaremos chegando além do leite espiritual; estaremos sempre optando pelo povo de Deus, mesmo se formos rejeitados com persistência, visto que estaremos nos alimentado com “o pão dos poderosos”, vindo diretamente dos altos céus:
“POSTO QUE TIVESSE MANDADO ÀS ALTAS NUVENS, E TIVESSE ABERTO AS PORTAS DOS CÉUS, E FIZESSE CHOVER SOBRE ELES O MANÁ PARA COMEREM, E LHES TIVESSE DADO DO TRIGO DO CÉU. CADA UM COMEU O PÃO DOS PODEROSOS; ELE LHES MANDOU COMIDA EM ABUNDÂNCIA” - Sl 78:23-25.
E aí? Em que fase da vida espiritual nos encontramos?
FONTES
Publicado em 15 de Junho de 2010 as 02:09:17 PM Comente
ESCOLA BÍBLICA DOMINICAL
LIÇÃO Nº 12 - DATA:20/06/2010
TÍTULO: “A OPÇÃO PELO POVO DE DEUS”
TEXTO ÁUREO - Hb 11:25-26
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Jr 40:1-6
e-mail:emersonoliveira07@gmail.com
blog: http:/altosconhecimentos.blogspot.com/
I - INTRODUÇÃO:
A decisão de Jeremias de permanecer com o remanescente de Judá foi:
(1º) - Ousada e patriótica (Jr 40:6); e
(2º) - Influenciada, sem dúvida, pela sua fé em que a terra adjacente seria reocupada (Jr 32:15), como evidentemente não foi tocada pela guerra (Jr 40:12).
Embora Jeremias soubesse que a esperança do futuro do povo do Senhor estava com os exilados na Babilônia (Jr 24:4-7), ele escolheu ser guia do mesmo povo que o havia rejeitado com tanta persistência, optando, assim, pelo povo de Deus (Jr 40:10).
Desta forma, Jeremias demonstrou que a vida espiritual passa por fases que nos levam a um crescimento tal, que a Palavra de Deus utiliza-se da expressão de podermos chegar “à medida da estatura completa de Cristo”.
Em qual fase espiritual nos encontramos? Estudemos a Bíblia Sagrada e vejamos cada uma delas. Ao final, tiremos nossas conclusões.
II - CRESCENDO ESPIRITUALMENTE:
“ANTES, SEGUINDO A VERDADE EM AMOR, CRESCAMOS EM TUDO NAQUELE QUE É A CABEÇA, CRISTO” - Ef 4:15
Crescer é um processo. A Bíblia ensina que há uma semelhança marcante entre os desenvolvimentos físico e espiritual, falando a respeito de, pelo menos, três etapas no desenvolvimento espiritual que correspondem a três etapas no desenvolvimento físico. São eles:
(1ª) - A PRIMEIRA INFÂNCIA;
(2ª) - A MENINICE; e
(3ª) - A VARONILIDADE
Vejamos cada uma delas separadamente.
II.1 - A PRIMEIRA INFÂNCIA:
“DESEJAI AFETUOSAMENTE, COMO MENINOS NOVAMENTE NASCIDOS, O LEITE RACIONAL, NÃO FALSIFICADO, PARA QUE, POR ELE, VADES CRESCENDO” - I Pe 2:2
A palavra “racional” ou “puro” utilizada no versículo acima significa “não diluído”.
O leite espiritual é integral e da mais nutritiva qualidade. Seu propósito é fazer os bebês espirituais crescerem.
Aquelas pessoas que nunca tenham visitado uma igreja antes, nunca ouviram a pregação do evangelho de Cristo, precisam da obra de continuidade, de alguém para orar com elas, conversar com elas e ajudá-las com seus problemas, porque são nenês recém-nascidos. Precisarão de discipulado.
Façamos, então, a comparação entre o crescimento físico e espiritual na PRIMEIRA INFÂNCIA:
As pessoas quando nascem são nenês, exigindo diversos cuidados:
(1) - Uma das primeiras coisas que nos atrai num neném é A SUA INOCÊNCIA. Ninguém imagina que um bebê tenha um passado; e não tem mesmo!
(2) - Os bebês nada sabem; não conseguem cuidar de si mesmos; não podem fazer muita coisa; não andam; não se vestem sozinhos. Na realidade, não fazem nada por conta própria. Fazem pouco mais do que comer e alimentam-se pouco mais do que com leite.
(3) - O bebê é ignorante: Não imagina o perigo de se colocar na boca qualquer coisa que estiver ao seu alcance: coloca as mãos na boca; quando começa a engatinhar no chão, se achar um parafuso, colher ou bicho…, vai para a boca. Eles não entendem a respeito dessas coisas. Não sabem o que deve ou não deve ir para a boca. E nenês têm morrido como resultado dessa falta de conhecimento. Comeram alguma coisa venenosa que acabou com a vida deles.
(4) - Os nenês deixam-se mimar facilmente e tornam-se irritáveis. É fácil demais mimá-los com uma luz acesa ao ponto de exigirem iluminação durante toda a noite. É tão fácil mimá-los no colo até exigirem cada vez mais.
Assim, espiritualmente falando…
(1) - Embora a inocência seja típica da etapa da primeira infância do Cristianismo, é uma característica que nunca devemos deixar para trás no nosso processo de crescimento espiritual. Devemos manter este estado de inocência e o motivo é que, caso contrário, cairemos na condenação do diabo e seremos derrotados na vida espiritual. Quando uma pessoa se converte a Cristo, ela deixa de ter um passado, tornando-se uma nova criatura - II Cor 5:17.
(2) - O novo convertido é sincero, cheio de fé e disposto a aprender, pois até então, não sabe nada; precisará de discipulado. Se receberem o genuíno leite espiritual da Palavra, como ele crescerá.
(3) - Precisamos tomar cuidado com aquilo que entra em nossa boca espiritual. Precisamos tomar tanto cuidado com aquilo que lemos, quanto com aquilo que comemos fisicamente. É muito comum o tipo de cristão que não sente o mínimo problema em engolir alguma doutrina peçonhenta que envenenará sua vida espiritual e arruinará seu testemunho, se a aceitar - II Rs 4:38-41.
(4) - Há crentes que não querem sair da fase de nenês. São mimados, só querem ir para a Igreja se forem, primeiramente, visitados, se possível, pelo Pastor da Igreja; se ele não vier, nada feito. Fazem até “beicinho” e “pirraça”, pois são mimados. Mas leiamos Gn 21:8; I Sm 1:19-28 cf Sl 131:2.
Deve ser um dia festivo aquele em que os cristãos ficam suficientemente crescidos para não dependerem de mimos, de mamadeira. Precisamos crescer espiritualmente de tal modo que, ao invés de alguém precisar chegar até nós para nos visitar, para nos insuflar pressão, para nos escorar, orar conosco e nos alimentar, nós mesmos possamos estar andando lá fora, na presença de Deus, ajudando o próximo. Ao chegar a hora de sermos desmamados, devemos dar graças a Deus por isso - Hb 5:12-14.
I Cor 14:20 - Será que estamos ou permaneceremos na INFÂNCIA ESPIRITUAL? Nesta fase, optaríamos pelo povo de Deus, como fez Jeremias, mesmo sendo rejeitado persistentemente?
II.2 - A MENINICE:
“PARA QUE NÃO SEJAMOS MAIS MENINOS INCONSTANTES, LEVADOS EM RODA POR TODO VENTO DE DOUTRINA, PELO ENGANO DOS HOMENS QUE, COM ASTÚCIA, ENGANAM FRAUDULOSAMENTE” - Ef 4:14.
Aqui Paulo está falando dos meninos espirituais.
Escreveu esta carta em Éfeso e sabemos que havia pelo menos doze homens naquela Igreja - At 19:7
O sentido então era que aqueles homens já não seriam meninos, espiritualmente falando, mas adultos.
Vejamos, então, as características da etapa infantil do desenvolvimento espiritual, que são semelhantes às da etapa física:
(1) - A INSTABILIDADE - Na fase da meninice somos instáveis. Não se pode depender de um menino. Conforme o ditado tão citado, “não se pode colocar cabeça de adulto nos ombros de uma criança”. Não é possível e isso se aplica espiritualmente também.
(2) - A CURIOSIDADE - As crianças estão cheias de curiosidade. Quando chegamos em casa carregando algum embrulho e o colocamos sobre a mesa, a criança logo quer saber o que tem lá dentro. Algumas dessas crianças, na dimensão espiritual, tão-logo captam os sussurros de alguma fofoca, querem logo saber: “Quem? Quem?” - Estão cheias de curiosidade.
(3) - A TAGARELICE - As crianças nunca aprendem o valor do silêncio. São tagarelas. Muitas vezes na hora de dormir, os filhos ficam no quarto conversando e rindo em tom elevado até altas horas da noite. E vemos que pessoas na etapa juvenil do crescimento espiritual estão quase sempre falando muito.
Mas leiamos Pv 10:19; Ec 5:3 - Precisamos aprender a ficar quietos. A criança não entende bem as coisas e por isso sempre está tagarelando. As pessoas que falam o tempo todo usualmente incorrem em pelo menos três pecados:
(A) - MALEDICÊNCIA - Ou seja, comentam e debatem os defeitos e as faltas de outras pessoas que estão ausentes.
(B) - FALAM VAIDADES - Isto é, sempre falam a respeito de si mesmos ou adotam conversas vãs, falando tolices.
(C) - FALAM PIADAS e ANEDOTAS inconvenientes - Ef 5:3-4 - Tem crente que guarda muitas piadas e anedotas denominadas “santas”, mas não consegue guardar em sua mente um versículo bíblico sequer!
I Cor 3:1-3 - Será que estamos ou permanecemos na fase de MENINOS ESPIRITUAIS? Se estivermos, temos condições de fazer a opção pelo povo de Deus, como Jeremias?
II.3 - A VARONILIDADE:
“ATÉ QUE TODOS CHEGEMOS À UNIDADE DA FÉ E AO CONHECIMENTO DO FILHO DE DEUS, A VARÃO PERFEITO, À MEDIDA DA ESTATURA COMPLETA DE CRISTO” - Ef 4:13
“QUANDO EU ERA MENINO, FALAVA COMO MENINO, SENTIA COMO MENINO, DISCORRIA COMO MENINO, MAS, LOGO QUE CHEGUEI A SER HOMEM, ACABEI COM AS COISAS DE MENINO” - I Cor 13:11
Existem três características do homem maduro espiritualmente. Vejamos quais:
(1) - ESTIMA EM POUCO AS COISAS TERRENAS - Hb 11:24-26 - Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó. Pensemos naquilo que Moisés recusou: Tinha honrarias, riquezas e prestígio; possuía as coisas que a terra e o mundo podiam oferecer. Mesmo assim, considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito. Deus quer que prosperemos material, física e espiritualmente - III Jo 2; Is 1:19; Sl 1:3 - Mas, uma das características de ficarmos espiritualmente adultos é estimarmos em pouco as coisas da terra.
(2) - É INSENSÍVEL DIANTE DA CENSURA OU DO LOUVOR - I Cor 4:3-4 - Paulo crescera na maturidade de tal maneira que procurava ser aceitável somente a Deus. Não era influenciado e nem afetado por aquilo que os outros pensavam dele. Não se deixou escravizar por ninguém.
Não se tratava de uma independência carnal, mas de uma santa dignidade. A lei do amor dominava-o. Ele não ficava facilmente envaidecido, nem era irritável ou ressentido.
Os crentes imaturos ficam melindrados ou envaidecidos. Se forem criticados - mesmo que seja só na imaginação - ficam inquietos, pouco à vontade e cheios de auto-compaixão.
Por outro lado, se alguém presta atenção a eles e os aprecia, sentem-se enlevados e cheios de sua própria importância.
O crente maduro tem consciência de Deus; sempre está consciente daquilo que a Palavra De Deus diz a respeito dele e a ele.
(3) - É CAPAZ DE RECONHECER QUE DEUS ESTÁ OPERANDO - Gn 41:51-52 - Aí seria uma oportunidade magnífica para a maioria das pessoas que não tem maturidade espiritual e que ainda fossem bebês espirituais para realmente se ufanarem.
Teria sido uma perfeita oportunidade para José se envaidecer e dizer: “Olhem para mim. Lembram-se dos sonhos que tive? Acabam de ser realizados!” Todavia, José era magnânimo, tinha grandeza de alma - Gn 45:5-9.
Quando conseguimos enxergar Deus operando em todas as coisas, podemos regozijarmos em tudo quanto acontecer. E se ainda não pudermos ver a operação de Deus, o próprio inimigo enxergará isso, da mesma forma que Nebuzaradã, quando a teologia esteve na sua boca: Jr 40:3-4 comparar com Gn 26:12-33; Ex 14:24-25.
Hb 6:1-3 - Será que estamos e permaneceremos na fase espiritual da VARONILIDADE? E nesta fase, optaríamos pelo povo de Deus, mesmo se formos rejeitados com persistência, como o foi Jeremias?
III - CONSIDERAÇÕES FINAIS:
Deus nos faz começar na vida espiritual da mesma maneira que começamos na vida natural. Quando nascemos, começamos com o leite. Nesta fase, certamente não poderíamos comer carne. No entanto, não podemos permanecer bebês espirituais; precisamos crescer até chegarmos ao pleno conhecimento de Cristo, à perfeita varonilidade.
Isto só conseguiremos quando recebermos o verdadeiro, santo e puro conhecimento, que vem por meio da alimentação da Palavra de Deus. Aí, sim, conseguiremos chegar ao estágio de “varões perfeitos”, pois passaremos a ter…
(A) - … Conhecimento do plano de Deus, que foi executado pelo Senhor Jesus, enviado para isso;
(B) - … Conhecimento daquilo que somos em Cristo e daquilo que Cristo é em nós;
(C) - … Conhecimento daquilo que Ele fez por nós na Sua morte, sepultamento, ressurreição, ascensão e entronização à destra do Pai;
(D) - … Conhecimento daquilo que Ele está fazendo por nós agora mesmo, sentado à destra do Pai, onde Ele vive para sempre fazendo intercessão por nós;
(E) - … Conhecimento do nosso direito de chegarmos com santa ousadia e ficarmos diante do glorioso Trono de Deus, Trono de graça e de misericórdia;
(F) - … Conhecimento do fato de que Cristo derrotou satanás e os demônios, e que todas as forças dos principados e potestades das trevas neste mundo tenebroso, são potências destronizadas e que não tem poder e governo sobre nós.
Se assim o fizermos, estaremos chegando além do leite espiritual; estaremos sempre optando pelo povo de Deus, mesmo se formos rejeitados com persistência, visto que estaremos nos alimentado com “o pão dos poderosos”, vindo diretamente dos altos céus:
“POSTO QUE TIVESSE MANDADO ÀS ALTAS NUVENS, E TIVESSE ABERTO AS PORTAS DOS CÉUS, E FIZESSE CHOVER SOBRE ELES O MANÁ PARA COMEREM, E LHES TIVESSE DADO DO TRIGO DO CÉU. CADA UM COMEU O PÃO DOS PODEROSOS; ELE LHES MANDOU COMIDA EM ABUNDÂNCIA” - Sl 78:23-25.
E aí? Em que fase da vida espiritual nos encontramos?
FONTES
terça-feira, 15 de junho de 2010
REFLEXÃO
Descendo ao fundo do poço e salvando vidas
Jeremias 39: 8-13
Deus nos responsabilizou em buscar os perdidos da terra para seu reino “Igreja”, indo até no lixo do mundo com a “corda”, Isto é, o evangelho de Jesus Cristo! Homens e mulheres estão no lamaçal da sociedade moderna, sem forças para sair de lá, da prática do pecado desenfreado, que está escravizando milhões de seres humanos. Outros estão no lamaçal das drogas, como traficantes, informantes e viciados, cujo poder destruidor lhes segura e sozinhos não podem fazer nada.
São milhões de seres humanos que estão à mercê de uma sociedade, sem amor e sem preocupação pelas vidas que morrem, pela fome, pela AIDS, pelo domínio do islamismo, hinduísmo, etc. Também escravizados pelos ditadores desumanos, que matam para protegerem seus sistemas, são ditadores sem qualquer sentimento humano.
É hora de termos homens e mulheres que tenham a corda na mão para descer ao poço e tirar os perdidos que estão presos no lamaçal. E você me pergunta? Como? Quando? e Onde? Devemos usar a corda?
Ebede Meleque fez cordas e lençois sem valor. Você pode sim fazer a corda, o evangelismo através da obra missionária, junte o pouco que tem e contribua, e a tua corda coloque na mão do missionário. Quando você pode fazer isso? A partir de agora. Se você não pode ir ou contribuir, então, ore a sua oração será uma corda, e você me pergunta? Onde levar a corda?
Na boca do poço indo fazer missões junto com os missionários, se não tivesse alguém com a corda Jeremias não seria salvo da morte. Deus nos chama nesta hora para darmos continuidade ao trabalho instituído por Cristo. Se almejarmos almas, o Senhor se responsabilizará em nos usar de maneira que o mundo possa contemplar a glória do Pai em nós.
A corda é uma metáfora, que aplicada à prática, trará resultados para o cristianismo. Não é necessário ser um intelectual para anunciar o evangelho, isto também não quer dizer que pode nos faltar conhecimento, pois muitos pecam por não tê-lo.
Missões faz parte do plano de Deus para o ser humano que reverteu sua incredulidade em fé, e cumprindo com a ordenança bíblica de “irmos a todo mundo e pregarmos o evangelho”, estamos contribuindo diretamente para o crescimento do reino de Deus.
Devemos usar o evangelho em prol do “Reino”, não perdermos o foco, seguirmos a bíblia como um manual e ensiná-lo a outros na intenção de termos pessoas com a disponibilidade de segurar a corda. O que adianta pregarmos sem instrução? Ou educarmos crianças que não compreendem, é necessário usarmos metodologias para tratar cada classe, cultura, povo e etnia.
È hora de haver um despertamente evangelístico, é preciso que os membros de diversas denominações sejam discipulados para gerar filhos. Paulo estava preso, mas mesmo assim gerava filhos, não impunha limites às palavras, pois elas não podem ser delimitadas por espaço; lugar.
È momento em que devemos nos preparar para o arrebatamento, todas as evidências indicam, constantemente, que Cristo está voltando. O mundo está em alerta, o tempo está próximo. Como ouvirão se não há quem pregue, devemos ajudar instituições missionárias, pois com esta atitude, missionários serão enviados. Há uma estimativa de que 62% dos países no mundo não tem nada traduzido da bíblia, e muitos desconhecem a palavra de Deus, sem falar nos que perseguem o cristianismo.
O poço está aberto, águas não límpida correm nele, mas como a purificaremos se não usarmos a corda? Faça sua parte e seja um ganhador de almas, esta é sua responsabilidade como cristão.
Jeremias 39: 8-13
Deus nos responsabilizou em buscar os perdidos da terra para seu reino “Igreja”, indo até no lixo do mundo com a “corda”, Isto é, o evangelho de Jesus Cristo! Homens e mulheres estão no lamaçal da sociedade moderna, sem forças para sair de lá, da prática do pecado desenfreado, que está escravizando milhões de seres humanos. Outros estão no lamaçal das drogas, como traficantes, informantes e viciados, cujo poder destruidor lhes segura e sozinhos não podem fazer nada.
São milhões de seres humanos que estão à mercê de uma sociedade, sem amor e sem preocupação pelas vidas que morrem, pela fome, pela AIDS, pelo domínio do islamismo, hinduísmo, etc. Também escravizados pelos ditadores desumanos, que matam para protegerem seus sistemas, são ditadores sem qualquer sentimento humano.
É hora de termos homens e mulheres que tenham a corda na mão para descer ao poço e tirar os perdidos que estão presos no lamaçal. E você me pergunta? Como? Quando? e Onde? Devemos usar a corda?
Ebede Meleque fez cordas e lençois sem valor. Você pode sim fazer a corda, o evangelismo através da obra missionária, junte o pouco que tem e contribua, e a tua corda coloque na mão do missionário. Quando você pode fazer isso? A partir de agora. Se você não pode ir ou contribuir, então, ore a sua oração será uma corda, e você me pergunta? Onde levar a corda?
Na boca do poço indo fazer missões junto com os missionários, se não tivesse alguém com a corda Jeremias não seria salvo da morte. Deus nos chama nesta hora para darmos continuidade ao trabalho instituído por Cristo. Se almejarmos almas, o Senhor se responsabilizará em nos usar de maneira que o mundo possa contemplar a glória do Pai em nós.
A corda é uma metáfora, que aplicada à prática, trará resultados para o cristianismo. Não é necessário ser um intelectual para anunciar o evangelho, isto também não quer dizer que pode nos faltar conhecimento, pois muitos pecam por não tê-lo.
Missões faz parte do plano de Deus para o ser humano que reverteu sua incredulidade em fé, e cumprindo com a ordenança bíblica de “irmos a todo mundo e pregarmos o evangelho”, estamos contribuindo diretamente para o crescimento do reino de Deus.
Devemos usar o evangelho em prol do “Reino”, não perdermos o foco, seguirmos a bíblia como um manual e ensiná-lo a outros na intenção de termos pessoas com a disponibilidade de segurar a corda. O que adianta pregarmos sem instrução? Ou educarmos crianças que não compreendem, é necessário usarmos metodologias para tratar cada classe, cultura, povo e etnia.
È hora de haver um despertamente evangelístico, é preciso que os membros de diversas denominações sejam discipulados para gerar filhos. Paulo estava preso, mas mesmo assim gerava filhos, não impunha limites às palavras, pois elas não podem ser delimitadas por espaço; lugar.
È momento em que devemos nos preparar para o arrebatamento, todas as evidências indicam, constantemente, que Cristo está voltando. O mundo está em alerta, o tempo está próximo. Como ouvirão se não há quem pregue, devemos ajudar instituições missionárias, pois com esta atitude, missionários serão enviados. Há uma estimativa de que 62% dos países no mundo não tem nada traduzido da bíblia, e muitos desconhecem a palavra de Deus, sem falar nos que perseguem o cristianismo.
O poço está aberto, águas não límpida correm nele, mas como a purificaremos se não usarmos a corda? Faça sua parte e seja um ganhador de almas, esta é sua responsabilidade como cristão.
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